Papel de Pedra

Dia 22 de fevereiro é o Dia dos Recursos Naturais Renováveis, data para relembrar a importância da preservação de nossas fontes. E o papel é originado de uma delas: as florestas plantadas para celulose.

Apesar da popularidade dos e-books para leitura online, os brasileiros ainda usam cerca de 10 milhões de toneladas de papel por ano e cerca de 40% de todo resíduo é reciclado (dados da Bracelpa de 2013), bons números comparado a outros países.

Mesmo que nossas fontes sejam renováveis, muitas empresas estudam alternativas, como a Repap (Paper lido ao contrário) de Hong Kong.

Voltando a idade da pedra

Já pensou em utilizar um papel de pedra? Pois foi isto que a Repap desenvolveu: um papel de carbonato de cálcio, subproduto do calcário.

O processo de fabricação leva apenas a pedra e polietileno, sem o uso de água ou ácidos, utilizado para o branqueamento, pois o calcário já é branco naturalmente.

O resultado é um papel mais resistente, durável, impermeável e macio, com a mesma aparência lisa e branquinha do papel tradicional.

O fabricante ainda afirma que a impressão tem menor custo, por ser mais eficiente e o Repap pode ser reutilizado, apagando seu conteúdo, ou pode ser jogado fora, pois é foto-biodegradável em 14 a 18 meses.

A Repap tem um vídeo sobre o produto, assista >>>

A OGAMI já está comercializando dois tipos de cadernos produzidos com o Repap. Um modelo colorido e mais informal, da Coleção Quotes, e o outro mais sóbrio, da linha Profissional.

E você, acha que a idade da pedra retorna com ares mais modernos?

Alternativas são sempre bem vindas para tornar o planeta mais sustentável! Vamos ficar atentos!