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Dicas para trabalhar com Ilustrações na impressão (linhas finas e pontilhados)

Trabalhar com ilustrações em impressos pode ser a oportunidade de dar uma cara mais pessoal ao material a ser produzido e se diferenciar da concorrência. Mas, também pode ser um pouco mais trabalhoso que fotos e imagens genéricas por conta de alguns problemas que podem acontecer na impressão.

Se determinados cuidados não forem tomados na hora de ilustrar no computador, é possível que o resultado final não saia como o desejado. Principalmente no caso do uso de linhas finas que acabam pontilhadas na ilustração. Por isso, reunimos algumas dicas para evitar maiores problemas e para que o impresso saia exatamente como o imaginado. E tanto o número de cores quanto a espessura da linha fazem toda a diferença.

As linhas finas

É muito comum que as ilustrações com linhas finas – ou textos pequenos com tamanho menor que 8 pontos (pixels) – apresentem uma variação desfocada no produto final em caso de uso de mais de duas cores na composição. Por exemplo: se você deseja seu texto ou linha marrom, a impressora precisa usar o ciano, o magenta e o amarelo para criá-lo. Tudo isso baseado na escala CMYK, em que as cores primárias são essas três.

Assim, o resultado pode ficar borrado, pontilhado ou com pouca nitidez. Ou pior, onde deveria estar a linha de somente uma cor, acaba-se gerando uma linha de até cinco cores (o marrom pode sair com ciano, ciano/amarelo, ciano/amarelo/magenta, amarelo/magenta e magenta). Um pesadelo para quem tinha algo tão simples em mente.

E como evitar?

Para evitar esse tipo de problema, escolha cores que usem até dois tons da escala CMYK para sua composição (verde, azul ou vermelho e, claro, preto) ou aumente a espessura da linha, já que essas variações só costumam ocorrer em elementos pequenos. Caso decida escolher por aumentar o tamanho, o ideal é que a linha tenha ao menos 3 ou 4 pontos de espessura para você não se ver surpreendido na impressão. Para linhas de apenas um pigmento, como 100% preto, pode-se usar de 2 pontos para cima.

Caso seja realmente necessário usar uma linha bastante fina na sua ilustração, de até 2 pontos, não tem outra solução: a melhor escolha é mesmo usar apenas cores compostas por até dois pigmentos. Ou corre o risco de ver algo completamente diferente sair no papel após imprimir o material.

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Depois de terminar sua ilustração da melhor maneira para evitar os problemas citados acima, não se esqueça de escolher com carinho a gráfica para a impressão. Uma boa gráfica não só garante que o produto final seja impresso com a qualidade que você desejava, mas também te ajuda com dicas para ter o melhor resultado.

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O layout perfeito

Na hora de desenvolver qualquer projeto de sucesso, o designer precisa realizar um estudo com bastante atenção. A análise do briefing, junto com o objetivo que a peça tem, quando bem trabalhados, não há como dar errado. É preciso atenção com todos esses detalhes e, justamente para ajuda-lo, elaboramos uma lista infalível.

Confira 8 dicas importantes para se criar um layout perfeito e sem riscos de falha!

1 – Trabalhe as cores com excelência!

O trabalho mal feito das cores em sua peça pode acabar com a proposta. Esqueça ideia de chamar atenção com tons vibrantes e algo muito colorido. A simplicidade, na grande maioria dos casos, atrai muito mais. Além de escolher os tons com cuidado, você precisa entender como eles se unem e o que significa cada um.

Cada uma das cores das paletas existente para o design transmite uma sensação diferente. Essas mesmas quando mesclada com outras em um mesmo trabalho, já passam outra sensação. O segredo é conhecer justamente cada um desses sentidos para não errar.

Veja uma pequena lista de cores e as sensações que elas passam ou acesse nosso infográfico sobre a Psicologia das Cores.

  • Vermelho: esse tom representa a paixão sob todos os seus aspectos. Está também ligado à sexualidade ou algo mais erótico. É uma cor quente, portanto, qualquer ideia de fervor, perigo, fogo, entre outros, pode-se usar o vermelho para representar. O uso descuidado dessa cor pode causar uma irritabilidade ao público-alvo. Em geral, estimula o aumento da frequência cardíaca e também da respiração.
  • Laranja: O laranja é a eterna cor do verão. Representa o sol, a alegria e também a juventude sempre forte nessa época do ano. Também é uma cor utilizada para representar o calor. Transmite confiança e otimismo.
  • Amarelo: essa é a cor do brilho. Também pode ser usada para representar o calor, como nos dois casos citados logo acima. Por ser a cor do sol, o amarelo é considerado também como a cor dos Deuses. Representa a alegria e a vitalidade.
  • Verde: o verde é a esperança! Também simboliza a fertilidade, justamente por ser a “cor da natureza”.
  • Azul: o azul é a cor do céu, da calmaria e da paz. Está diretamente ligado à bondade, tranquilidade e paciência.
  • Roxo: o roxo é a cor da intuição, também podendo representar a melancolia. É utilizada para representar a realeza.
  • Marrom: Representa a solidez dos objetos. Essa é uma cor positiva e que passa muita confiança e ideia de durabilidade.
  • Rosa: afeto, feminilidade, delicadeza, entre outros simbolismos são adotados pela cor rosa. É a cor da motivação!
  • Branco: cor da paz. Também representa a pureza.
  • Preto: o preto passa a ideia de dor, tristeza, de morte. Ao mesmo tempo, pode ser trabalhado para transmitir seriedade.
  • Cinza: elegância e tédio são dois contrapontos do cinza. É uma cor neutra e que transmite valores intelectuais.

Agora que você sabe o que representa cada uma das principais cores, é só trabalha-las com cautela.

2 – Tratamento de qualidade para as imagens

As imagens exercem papel importante na sua peça e, justamente por esse motivo, precisam ser cuidadas com atenção. É a partir do desenho ou fotografia, que o público-alvo interpretará a mensagem do trabalho. Então, você precisa pensar sempre em algo de fácil compreensão.

Cuidado primordial também para os direitos de reprodução. Um dos erros mais comuns entre designers é o uso frequente de imagens sem direito de cópia para uso comercial e isso pode gerar uma série de problemas para a empresa. Existem diversos bancos de fotos e vetores públicos e que podem ser utilizados à vontade.

A qualidade também importa. Evite imagens com muita informação visual, sem alta definição ou qualquer tipo de erro gráfico. Isso fará com que a qualidade do seu layout também caia.

3 – Adote a técnica do “Menos é Mais”

Mesmo não sendo uma regra, essa máxima funciona na maioria das vezes. A ideia de um layout perfeito é chamar a atenção do público exatamente para onde você deseja. Aquele excesso de informações só vai confundir a cabeça do seu público e ele logo abandonará o site ou descartará o impresso. Ícones certos, no lugar certo resultam em atitudes certas do leitor!

Destaque o que é para ser destacado, mas de uma maneira simples. Faça uso de frases de efeito e incentivo como “Compre Agora”, “Acesse agora mesmo”, “Entre em contato”, entre outras. Essa é a famosa técnica do “Call to action”, ou “Chamar para ação”, se traduzido para o português.

Você não precisa de muitas informações para passar uma mensagem. O que é preciso são as palavras certas e na posição ideal! Com isso o seu leitor compreende exatamente o que aquele trabalho transmite no momento e compra a sua ideia!

4 – Uso de fontes apropriadas

Da mesma maneira que é preciso pensar nas cores do seu layout, você terá que atentar-se para as fontes do produto. A letra certa pode transmitir mais ou menos profissionalismo para aquele produto e, por esse motivo, precisa ser pensada com cuidado.

O tamanho correto também é outro problema. Saiba o que destacar e o que deixar mais inibido. Todas as letras grandes demais ou pequenas demais passam um efeito negativo para o trabalho. A dosagem é essencial.

5 – Tenha um padrão visual

O padrão além de facilitar o reconhecimento por parte do público, vai deixar o seu leitor bem mais confortável. Não ache que a repetição de quadros e layout vai deixar o trabalho cansativo. É justamente o contrário. O padrão ajuda na associação da empresa. Não é somente a logomarca que fixa-se na memória do consumidor, mas todo o trabalho direcionado com cores.

Se você conseguir com que o seu consumidor associe o padrão de cor utilizado pelo seu negócio à sua marca, sempre que o observar, você fez o trabalho da maneira correta!

6 – Atenção para a diagramação

A mensagem visual de um trabalho é essencial. A diagramação permite que o designer trabalhe a construção, a estruturação e a distribuição de uma ideia em todo o layout do empreendimento. Esses pontos são cruciais para um trabalho correto e de sucesso.

Todas as dicas citadas anteriormente levam você a entender como deve acontecer a diagramação correta. Basta trabalhar com todas da melhor forma possível.

7 – Entenda e trabalhe o benchmarking

O nome pode parecer complicado, mas o conceito é bem simples. Benchmarking nada mais é do que uma espécie de pesquisa e análise de mercado para melhorar os seus serviços. Você vai buscar referências no setor em que atua, saber como essas se estruturam e formalizam os resultados positivos e então trabalhar, dentro das suas qualificações, para ser no mínimo uma concorrente equivalente.

Lembre-se que isso não significar copiar a ideia do outro, mas buscar referências para o seu trabalho. A partir dos dados colhidos, você colocará toda a sua personalidade e fará exatamente do seu jeito.

8 – Conheça as diferentes personas

O problema de não tratar seu trabalho a partir das personas, é que você pode se confundir com o consumidor de uma forma geral.

Dentro do grande público existem “personas”, ou seja, perfis diferentes de consumo. As personas humanizam quem consome o seu produto, deixando o seu trabalho muito mais focado. Então, em vez de ter uma ideia geral das pessoas que utilizam seus serviços, trace um perfil exato. Isto facilitará o trabalho de suas campanhas de marketing.

Essas são dicas simples, mas importantes para qualquer bom resultado de um layout perfeito. Cada passo desses é uma forma de estruturar bem o seu trabalho e ter o retorno positivo que você buscava!

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Ekocycle | 3D Ecologica

As impressoras 3D estão invadindo o mercado. No ramo sustentável, foi criado a Ekocycle: uma impressora que reaproveita plásticos pós-consumo, como garrafas PET usadas, para que sejam usados como matéria-prima para um novo objeto.

Desenvolvida pela 3D Systems, a máquina tem capacidade para imprimir objetos de até 15 centímetros e tem resolução de 0,07 milímetros. O mecanismo tem cartuchos que são compostos por aproximadamente 25% de plástico reciclado. É como se estivessem contidas três garrafas PET de 600 ml em cada cartucho.

Para fazer a impressão, o usuário deve ter em mão um celular com o aplicativo oficial da máquina instalado – as cores disponíveis são vermelho, natural, branco e preto. Também há alguns formatos 3D prontos no aplicativo, como anéis, palhetas e cases para celular.

Estima-se que o produto seja lançado comercialmente no segundo semestre de 2014 ao custo de US$ 1,2 mil.

Empresas como Coca-Cola e Levi’s apoiam a iniciativa financeiramente e o cantor e produtor Will.i.am é co-fundador da empresa, que divulga o vídeo promocional. Assista:

https://www.youtube.com/watch?v=WwsOy3SP8ek

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Tendências em impressão

O serviço de impressão gráfica é extremamente importante na montagem e no desenho de tarefas relacionadas aos setores de publicidade, propaganda e comércio. Com a confecção de embalagens, editoriais, entre muitos outros produtos, o trabalho gráfico é essencial para garantir a constituição de um visual rentável no mercado.

Voltado tanto para a confecção de rótulos como para fabricação de folderes, folhetos, displays, encartes, panfletos, cartazes, adesivos, cartões de visita, pastas, etc, e a impressão de livros, revistas, jornais, publicações periódicas, entre outros, a atuação no setor gráfico é muito grande e afeta diretamente o universo do consumidor, que depende da imagem para escolher e confiar em determinadas marcas ou produtos.

Entre tantos serviços e produções, o trabalho da impressão gráfica conta com diferentes estilos e métodos de formação para executar determinadas tarefas. Considerando a enorme tecnologia que cerca o setor, podemos compreender sua expansão e especialização, que atualmente trabalha com qualquer tipo de produção e confecção de forma fácil e prática.

Para compreender um pouco mais sobre as novidades presentes no mercado, confira alguns dos serviços mais modernos de impressão!

 

Impressão digital

A impressão digital atua a partir do uso de equipamentos de impressão de alta definição, com recortes específicos para adesivos, que permitem o desenvolvimento de qualquer tipo de trabalho com grande qualidade e riqueza de detalhes.

O método de serviço é ideal para personalização e sinalização de todo tipo de adereço, partindo desde banners até adesivos e fotoprodutos.

 

Impressão em relevo

A impressão com efeito relevo ocorre a partir do trabalho de estampagem de dobra, que usa sistemas de punção e matriz conhecidos no meio da impressão gráfica como clichês macho e fêmea.

Essas peças são as responsáveis por obter o efeito de alto ou baixo relevo na impressão, que podem ser formulados em diferentes níveis, considerando o uso de processos de gravação variados.

 

Impressão nanográfica

A mais nova e atrativa tecnologia no universo gráfico é a impressão nanográfica, que conta com novos recursos para a máquina de impressão convencional. Como uma máquina de impressão digital comum, a nanográfica tem desempenho notável, contando com um design diferenciado e compacto, com economia de gastos, rendimento sem igual e tecnologia muito mais avançada.

Por meio da impressão nanográfica, é possível obter tiragens curtas e médias a um baixo custo por página, considerando que cada uma das três máquinas de folha desse modelo podem imprimir até oito cores utilizando tons diretos, numa grande variedade de aplicações, que vai desde a impressão comercial geral até o trabalho com encartes de marketing, livros e manuais de média tiragem. A velocidade da impressão é muito maior e sua qualidade é surpreendente.

 

Considerando tantos métodos para utilizar em sua empresa, o ideal é sempre procurar se atualizar, verificando novos lançamentos e novos tipos de impressão que podem reduzir custos, ampliar rendimento por máquina, racionalizar desperdícios, etc.

E para você consumidor, o ideal é procurar por uma gráfica reconhecida no mercado e fazer seus materiais de acordo com o suporte fornecido pela mesma.

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Etapas do Processo Gráfico

Para que um arquivo criado com design e criatividade se torne tangível, ele precisa passar por algumas etapas gráficas, que dependem do tipo de material e forma de impressão.

Do simples cartão de visitas ao cartaz elaborado, é preciso adequar o processo de produção ao tipo de material. São dois processos de impressão: direto e indireto, classificados de acordo com a transferência dos elementos gráficos para o suporte (no caso papel).

# Direto: a transferência ocorre diretamente entre a matriz e o suporte. A flexografia, rotogravura e serigrafia são processos diretos.
# Indireto: a transferência ocorre via intermediários, como chapas para impressões em offset.

Desta forma, resumidamente, as etapas do processo gráfico são 3: pré-impressão; impressão; e acabamento.

Pré-Impressão

São ações realizadas após a finalização do arquivo, que antecedem a impressão do material. Tem a finalidade de verificar se os arquivos encaminhados pelo cliente atendem as condições solicitadas pela parte gráfica. Corrige falhas no arquivo para obter a melhor qualidade de impressão. Pode envolver também a gravação de fotolitos, assim como de chapas planográficas, no caso de impressão off-set, ou similares.

Impressão

É o ‘imprimir’ propriamente dito. Pode ser realizada por diversos processos (offset, rotogravura, serigrafia, flexografia, litogravura…) onde se transfere para um suporte (papel, plástico, metal…) a arte do trabalho gráfico por meio da aplicação de pigmentos de diversas naturezas (tintas, toner, verniz…).

Acabamento

Também conhecida como Pós-Impressão, essa fase de finalização do trabalho possibilita desde um simples corte final do impresso até finalizações mais complexas como dobras, relevos, vinco, verniz, etc.

As novas tecnologias tornaram essa divisão teórica diferente, encurtando o fluxo. A chamada ‘Gráfica Rápida’ ou ’Gráfica Digital’ produz impressos por meio de impressoras eletrônicas, geralmente a laser. Isto permite uma maior rapidez de produção, com qualidade similar ou superior as tecnologias mais antigas e sem quantidade mínima de material. Por exemplo: é possível fazer mil cartões de visitas em poucas horas, assim como é possível produzir 10 folders rapidamente.

 

Seja qual for o tipo de impressão, para garantir que seu material tenha qualidade final, fique atento para contratar uma gráfica de credibilidade e com profissionais capacitados para cada etapa do processo gráfico. A Mediatall garante qualidade, entrega rápida e preço justo.

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A cor de 2015

Todos os anos a Pantone, empresa detentora do maior sistema de cores do mundo, anuncia a cor símbolo do próximo ano.

Em 2014 a cor que vigorou foi a Radiant Orchid.

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Já para 2015 a empresa apostou na Marsala, cor de um tom marrom avermelhado.

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Esta cor vira tendência nas áreas de decoração, moda e design no ano em que vigora.

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E aí, você gostou da cor de 2015?

Você sabe que as cores exercem muita influência na Comunicação Visual? Então, se quiser conhecer mais, baixe nosso infográfico e leia este post.

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Impressão Digital Sob Medida

Os avanços da tecnologia fizeram com que muitas empresas buscassem por saídas mais práticas e eficientes para seus negócios. E quando se pensa em saídas eficientes, remete-se imediatamente à ideia de reduzir os custos e ter como resposta bons produtos, entregando a melhor relação custo–benefício para a empresa e clientes.

Foi exatamente neste quesito, custo e benefício, que a impressão digital ganhou destaque sobre a tradicional offset. Nos dois casos você tem ótimos resultados de impressão, mas no caso do serviço digitalizado, a exigência por mecanismos é menor.

Entenda mais sobre impressão digital e quais as principais vantagens e desvantagens.

 

Entendendo melhor a impressão digital

Para que você compreenda como funciona a impressão digital, é preciso que primeiro saiba como acontece a impressão do tipo offset.

Para que seja feita a impressão de qualquer documento em offset, exige-se um maquinário composto de fotolito e uma chapa de metal. Como a produção de cada peça não é individual, o custo de uma impressão em pequena quantidade acaba sendo, em alguns casos, desvantagem para a gráfica e também para o cliente.

Já com a impressão digital não existe esse problema. Toda aquela aparelhagem fica para trás. A necessidade também em ter que fazer grandes pedidos já não existe mais. A impressão digital, feita sob medida, veio para favorecer também os empreendimentos menores, que precisavam de peças impressas, mas não em números grandes.

 

Principais vantagens da impressão digital

Adotar o sistema de impressão digital vem favorecendo muitas gráficas. As principais vantagens desse serviço são:

# Equipamentos: não há mais a necessidade de uma aparelhagem complicada e cheia de processos. Com uma impressora mais prática e simples você tem o documento que deseja e em poucos segundos.

# Quantidade: com a impressão digital você pode solicitar peças em quantidades menores. Caso queira, pode encomendar 50 cartões de visitas, por exemplo. Esse fato não acontecia nas impressões offset, onde geralmente eram vendidos os milheiros ou os centos de cada produto.

# Preço: o valor da impressão caiu, consequentemente. Se você precisa de menos recursos e pode imprimir em uma quantidade menor, não há a necessidade de pagar o mesmo valor de antes por isso. Este foi um avanço que deu um efeito inverso do habitual. Enquanto novas tecnologias aparecem para facilitar, mas também para encarecer o produto, a impressão digital fez o contrário.

# Personalização: há também a possibilidade de personalização do produto. Se antes você tinha que imprimir todas as peças iguais, agora você não precisa mais disso. Cartões e brindes para clientes, por exemplo, podem ser impressos já com o nome do mesmo ou alguma referência particular. E isso não vai custar muito mais em seu orçamento.

# Tempo: o tempo de impressão também caiu. Em pouquíssimos segundos você tem o seu produto impresso em mãos. A impressão offset podia levar algumas horas, dependendo da peça.

# Cores: não há necessidade de imprimir uma peça teste para saber se houve variação de cor. O documento é impresso de acordo com as tonalidades da criação.

 

Principais desvantagens da impressão digital

Assim como existem as vantagens em usar a impressão digital, por alguns momentos essa tecnologia pode não ser favorável para seu orçamento. Veja alguns exemplos.

# Custo fixo: como os custos de impressão são fixos, não há muita variação de valores quando você precisa de impressão digital. Já no caso da impressão offset, quanto maior for o número, menor é o custo individual. Uma boa dica é usar impressão digital para quantidades menores e offset para grandes números de cópias.

# Pouca flexibilidade: não há tanta flexibilidade quanto ao tipo de papel utilizado. Se você precisar de um papel especial, com um acabamento diferenciado para a sua impressão, sentirá dificuldade em fazer isso com a aparelhagem digital.

# Policromia: dependendo da quantidade de cores que terá a sua peça, ela pode sair mais cara com a impressão digital. Por exemplo, se você precisar imprimir um documento na cor azul, com o sistema offset a impressora utilizará apenas a tinta azul. Já no digital, há uma mesclagem de cores até atingir a tonalidade desejada. Isso porque sistemas digitais usam a policromia, que é a combinação de 4 cores para a geração de outras mais.

Agora que você já sabe quais as vantagens e desvantagens de uma impressão digital, bem como ela funciona, é só escolher o tipo mais rentável de impressão para seu material e campanha e correr para a gráfica.